terça-feira, 26 de julho de 2011

Diário de Bordo- atividade 1.3


 Começamos o nosso curso tecnologias na educação com grandes expectativas, pois será mais uma ferramenta para o nosso dia-a-dia como profissional. Nossa primeira atividade foi bastante produtiva, pois foi onde colocamos nossas primeiras reflexões sobre essa nossa sociedade tecnológica. Sim, pois a reflexão é necessária na nossa profissão, precisamos nos avaliar diariamente sobre nossas aulas e como estamos transmitindo o conhecimento a nossos alunos, ou seja, se a aprendizagem está ou não ocorrendo. Na segunda atividade continuamos nossas reflexões, agora com debates com nossos colegas de curso. Sim, pois, a reflexão é importante, mas o debate, a troca de opiniões e experiências também geram conhecimento de ambos os lados, e como diz o professor Antônio Nevoa a formação continuada depende inicialmente da organização dos próprios professores. Nós precisamos primeiramente desejar ou não receber novas informações e estar preparado para receber o novo e saber como utilizá-lo. Concordo ainda com o professor Antônio Nevoa quando diz que temos que hoje temos que lidar não só com os saberes, mas também com a tecnologia e a complexidade social, isto é, não basta somente dominar o conteúdo, é preciso compreender o conhecimento, organizá-lo e saber transmiti-lo. O diário de bordo está servindo para refletirmos sobre tudo o que já produzimos e o que mudou ou quais nossas novas expectativas a cerca desse curso. Eu particularmente tenho ainda muitas expectativas, e a vontade de aprender é grande, mas alguns instrumentos necessários a este curso ainda deixam a desejar como a dificuldade de acessar e postar nossas reflexões. Mas não podemos desistir, não só do curso, da nossa profissão também que é difícil, mas como falei na atividade anterior é GRATIFICANTE. Devemos acreditar que as dificuldades existem, porém, podem ser superadas, ainda tenho esperança de uma sociedade onde todos tenham acesso a uma educação de qualidade com profissionais valorizados e respeitados, e de cidadãos críticos e dignos de um país justo. 

Quem sou eu como professor e Aprendiz

Ser professor é ser crítico, dinâmico, inovador, atualizado e acima de tudo corajoso. Por isso busco durante esta caminhada que é árdua, porém gratificante um meio de me atualizar com os novos métodos de ensino e as novas tecnologias que surgem, para então poder utiliza-las como uma ferramenta a mais nesta profissão e contribuir com essa nova sociedade tecnológica.

Reflexões iniciais atividade 1.1

Tecnologia e Educação
Vivenciando os novos conceitos, a sociedade passa por um período de mudança nas áreas tecnológicas, culturais e cientificas.
Atualmente muito se aprende e muitas informações surgem de todos os lados, nos transformamos em uma sociedade de aprendizagem, onde mudanças ocorrem tanto Surge então uma sociedade da aprendizagem devido à grande procura em querer aprender cada vez mais dar sentido as nossas procuras e dúvidas.
Essa nova cultura de aprendizagem requer novas formas de aprender e novos espaços instrucionais, para assim colocá-las em prática e ajudar a desenvolver a nossa nova sociedade do conhecimento. Devemos antes de tudo querer participar e acreditar que o conhecimento e a aprendizagem andam lado a lado e precisam de um apoio e investimento significativo para que resultados apareçam.
Informações e conhecimentos não são mais privilégios somente de escolas, as novas tecnologias de informação criaram novas formas de distribuir este conhecimento e novas formas de alfabetização também surgem. Com isso a escola deve preparar-se cada vez mais para auxiliar seus alunos a usar esse novo método de conhecimento, pois a escrita, a interpretação são os pontos principais onde acaba passando despercebida. Ajudá-los a entender a construir seu próprio olhar formando assim uma leitura crítica, organizada, promovendo assim uma competência cognitiva.
Capacitar os nossos alunos a terem uma visão critica das informações é um meio de transformá-los em cidadãos preparados para a nossa sociedade. A nova cultura de aprendizagem requer sabermos conviver coma diversidade de perspectivas, com as novas teorias, saber interpretar todas as informações e a partir daí formar seu ponto de vista.
Porém de nada vale tudo isso se o profissional da educação também não mudar sua visão de conhecimento e aprendizagem, e sair em busca de qualificação, revendo sua cultura tradicional ao qual está acostumado. A nova cultura de aprendizagem exige um novo perfil de aluno e de professor com mudanças em suas concepções com relação à aprendizagem e ensino para que então possa encarar essa nova sociedade de aprendizagem que também é de conhecimento.
Apesar de vivermos nessa sociedade do conhecimento, ainda temos muito a desejar, pois a realidade no nosso sistema educacional é bastante critica e a demanda é cada vez maior com relação à alfabetização, ou seja, com a universalização de sistemas culturais de representação e conhecimento. Essas novas ferramentas deveriam der vistas como um suporte a mais nessa nossa sociedade da aprendizagem, ao qual passa por mudanças e valorizadas dentro do nosso sistema educacional, que caminha na tentativa de formar cidadãos preparados e qualificados para a vida.